Luxo e Disputa: O Leilão dos Vestidos de Gala de Beyoncé
Peças icônicas usadas na Renaissance World Tour são vendidas por valores astronômicos; renda será destinada a instituições de caridade.
O Leilão que Parou o Mundo da Moda
Na última quarta-feira, 15 de julho de 2026, a casa de leilões Christie’s realizou em Nova York um evento histórico: o leilão de 12 vestidos de gala usados por Beyoncé durante a turnê mundial ‘Renaissance World Tour’. As peças, desenhadas por estilistas como Versace, Balmain e Alexander McQueen, foram vendidas por um total de US$ 4,2 milhões. O vestido mais caro, um modelo de veludo vermelho com cristais da Swarovski, alcançou US$ 890 mil.
Caridade e Legado
Beyoncé anunciou que toda a renda será doada para a ‘BeyGOOD Foundation’, que apoia projetos de educação e empoderamento feminino. Parte dos fundos também irá para o ‘Black Lives Matter Global Network’. O leilão contou com lances online e presenciais, atraindo colecionadores e fãs de todo o mundo.
O Vestido do Momento
Um dos vestidos mais disputados foi o usado no show de Chicago, uma criação da estilista britânica Stella McCartney. A peça, feita de organza de seda bordada à mão, foi arrematada por US$ 720 mil por um colecionador anônimo. Outro destaque foi o vestido prateado da Balmain, que Beyoncé usou no show de Londres, vendido por US$ 650 mil.
Repercussão e Críticas
Enquanto muitos celebram a ação beneficente, críticos apontam que os preços elevados refletem a desigualdade social. A própria Beyoncé respondeu em seu Instagram: “A moda é uma ferramenta de expressão, mas também de mudança. Cada vestido conta uma história de força e resiliência.”



